Festas do Valado de Santa Quitéria 2026
Cartaz

Programa
28 de Agosto – sexta-feira
- 19:00 – Abertura do Arraial / Música Gravada
- 22:00 – Noite Jovem com música a cargo de Rui Saraiva (Festa dedicada a todos os Emigrantes)
29 de Agosto – sábado
- 12:30 – Abertura do Restaurante
- 17:00 – Vacada
- 19:30 – Abertura do Restaurante
- 22:00 – Baile com a banda Abel Alves
30 de Agosto – domingo
- 09:00 – Peditório pela aldeia com a Banda Filarmónica Turquelense
- 14:30 – Missa, seguida de Procissão
- 19:30 – Abertura do Restaurante
- 22:00 – Baile com Foka-Energie e atuação da artista Telma
31 de Agosto – segunda-feira
- 12:30 – Abertura do Restaurante
- 18:00 – Sardinhada
- 22:00 – Baile com o conjunto Baile Antigo (Antigo Jaime Ferreira)
- Leitura da Relação
Informações Gerais:
- Evento: Festas em Honra de Santa Quitéria 2026 – Comemoração dos 300 Anos da Capela (28, 29, 30 e 31 de Agosto de 2026)
- Local: Valado de Santa Quitéria, Alfeizerão, Alcobaça
- Organização: Associação Recreativa e Desportiva Quiteriense
- Apoios: Câmara Municipal de Alcobaça, Junta de Freguesia de Alfeizerão
O que podes conhecer do evento
As Festas do Valado de Santa Quitéria chegam sempre a 24 e 25 de agosto, e é nessa altura que a pequena aldeia da freguesia de Alfeizerão, concelho de Alcobaça, se enche de gente que volta a casa só para não perder a festa da terra.
Antes disso, durante o verão inteiro, a aldeia já vem preparando o ambiente com o Espanta Festival — um concurso da Associação Recreativa e Desportiva Quiterense em que os moradores enfeitam as portas das casas com espantalhos feitos de materiais reciclados, cada um a seguir o tema que quiser. É esse concurso que dá cor às ruas do Valado semanas antes da festa, e é na própria tarde de 25 de agosto que se entregam os prémios aos três melhores espantalhos — peças de cerâmica pintadas à mão, feitas no Arte Zen de Laura Mesquita.
A mesma associação sustenta ainda o Teatro Pó D’Palco, que já vai em trinta anos de teatro de revista, crítico e com humor, feito por gente da terra para gente da terra — o grupo costuma dizer que gosta mais de dar do que de receber, e pede a quem assiste que traga bens para as famílias carenciadas da paróquia. À volta da festa fica ainda o queijo curado de vaca que dá nome à aldeia, hoje vendido para lá do Valado, até à Praça da Fruta das Caldas.
Fecha-se com os espantalhos ainda de pé nas portas das casas, já sem o público do concurso, a olharem para a rua vazia até ao verão seguinte, quando o Valado voltar a encher-se para receber a sua festa.








