Festas de Barca, Maia (Senhor da Santa Cruz) 2026

Cartaz

Festas de Barca, Maia (Senhor da Santa Cruz) 2026

Programa

11 de Setembro – sexta-feira

  • 21:45 – Atuação da BANDA ALBATROZ

12 de Setembro – sábado

  • 15:00 – Animação para crianças e Lanche
  • 21:45 – Atuação da BANDA KONTALENTO (1.ª Parte)
  • 23:45 – FOGO DE ARTIFÍCIO
  • Atuação da BANDA KONTALENTO (2.ª Parte)

13 de Setembro – domingo

  • 11:00 – MISSA DA FESTA
  • 14:30 – Entrada da BANDA DE MÚSICA DE MOREIRA DA MAIA (Rotunda da Maxmat)
  • 15:00 – Entrada da Banda na Igreja e arruada até à Capela
  • 16:00 – Entrada da Fanfarra dos Escuteiros de LIJÓ (Barcelos) (Jardim do Alambique)
  • 17:30 – PROCISSÃO
  • 18:30 – Despedida da FANFARRA
  • 18:45 – Concerto e despedida da BANDA (na escadaria da Capela)

Informações Adicionais

  • Evento: Festa em Honra do Senhor de Santa Cruz (11 a 13 Setembro 2026)
  • Local: Barca – Maia
  • Apoio: Câmara Municipal da Maia / Junta de Freguesia de Castelo da Maia / Barca Jovem

O que podes conhecer do evento

As Festividades em Honra do Senhor de Santa Cruz sobem ao Monte de Santa Cruz sempre na segunda semana de setembro, e é a Confraria do Senhor de Santa Cruz, da paróquia da Barca, quem organiza a procissão que desce a encosta e inverte o percurso no largo do Gestalinho, antes de regressar à capela.

O padroeiro oficial da Barca é São Martinho, mas é ao Senhor de Santa Cruz que se dedica a maior romaria da freguesia — a imagem que dá nome à capela no alto do monte data de 1693, tendo sofrido obras de restauro já em 1901. É também no Monte de Santa Cruz que se encontra o lugar chamado Castro, indício de um antigo povoamento fortificado que ali terá existido muito antes de qualquer capela.

O programa segue sempre a mesma sequência ao longo dos três dias: bandas de música e fanfarras a entrarem em pontos diferentes do Monte — já passaram por ali a Banda de S. Cristóvão de Rio Tinto e a Fanfarra dos Escuteiros da Trofa —, missa solene, e a procissão da tarde a descer a encosta pavimentada a micro cubo de granito, ladeada de plátanos, até ao largo do Gestalinho.

Fica essa imagem a marcar a festa: a procissão já de regresso à capela seiscentista, a encosta do Monte de Santa Cruz de novo silenciosa depois de ter visto passar, poucas horas antes, as bandas convidadas de outras terras.

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