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Um pouco da história de... Branko
Branko, o agitador que pôs o mundo a dançar
Há artistas que fazem canções e há outros que constroem ecossistemas. Branko pertence claramente ao segundo grupo. João Barbosa, nome próprio por trás do projeto, tornou-se uma das figuras centrais da Global Club Music, não por acaso, mas por visão. Produtor, DJ, compositor e agitador cultural, é impossível falar de música eletrónica portuguesa sem tropeçar no seu nome.
Da rua para o mundo, sem pedir licença
O ponto de viragem chega com os Buraka Som Sistema, projeto fundador e, para muitos, fundacional. A partir daí, o som de Lisboa começou a circular com outro peso — mais quente, mais mestiço, mais confiante. Paralelamente, Branko cria a Enchufada, editora que funciona quase como uma incubadora criativa, onde talento local e global se cruzam sem hierarquias estranhas. Trabalho de bastidores, sim, mas com impacto bem visível.
Atlas, mapas e pistas de dança
Em 2015, Branko assina “Atlas”, disco que o coloca definitivamente no radar internacional. Não é apenas um álbum; é um cartão de visita. Seguem-se concertos um pouco por todo o mundo, clubes, festivais, salas improváveis. Em 2017, a residência na rádio NTS, em Londres, com o programa “Enchufada na Zona”, reforça essa ponte constante entre Lisboa e o resto do planeta. Aqui, curadoria também é criação.
Nosso, mas de muitos
2019 traz “Nosso”, um disco que vive bem com a palavra partilha. Dino D’Santiago, Mallu Magalhães, Pierre Kwenders — nomes diferentes, vozes distintas, todas a caber no mesmo espaço sonoro. Os concertos esgotados no Capitólio e passagens por festivais como Super Bock Super Rock ou NOS Primavera Sound confirmam o óbvio: o público acompanha quando sente verdade.
Palco, política e pulsação
Em 2020, Branko toca no 25 de Abril, na Avenida da Liberdade. O gesto não é neutro. Música também é posicionamento. Seguem-se datas pelo país, um espetáculo especial no Tivoli BBVA e, mais tarde, a estreia no Campo Pequeno. Já em 2022, o “live” ganha músculo e consistência, com passagens por salas e festivais de peso — do Boiler Room ao NOS Alive, num b2b com Batida.
O álbum “OBG” fecha esse ciclo com um agradecimento implícito, quase discreto. Here’s the thing: Branko continua a avançar, mas nunca sozinho. E talvez seja isso que o distingue — fazer da pista de dança um lugar comum, onde todos cabem.