Agenda de Concertos de Cláudia Pascoal em 2025
- 9 de Junho – Almada
- 25 de Agosto – Glória do Ribatejo
- 30 de Agosto – Carnide, Lisboa
- 31 de Dezembro – Vila de Rei
Agenda de Concertos de Cláudia Pascoal em 2024
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Um pouco da história de... Cláudia Pascoal
Uma artista que nasce do lugar onde cresce
Cláudia Pascoal nasceu em 1993, em Arco de Baúlhe, uma vila minhota que não é apenas ponto no mapa, mas parte viva da sua identidade artística. É ali que regressa, que se junta à família e que encontra um certo chão emocional. E isso sente-se. Na música, nos vídeos, na forma como mistura cultura pop com referências populares, sem pedir licença. You know what? Não soa forçado. Soa vivido.
Entre a curiosidade e a disciplina
Desde cedo, Cláudia nunca se contentou com uma só linguagem. Desenhou, quis pintar, passou pelo teatro musical, criou joalharia, instalações artísticas, escreveu textos humorísticos e até arriscou umas tatuagens em amigos valentes. Parece dispersão, mas não é. É método criativo. Um daqueles casos em que a curiosidade não atrapalha — organiza.
Estudar para criar melhor
O percurso académico confirma isso mesmo. Estudou Produção Artística com especialização em Ourivesaria na Soares dos Reis, licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD e fez mestrado em Produção e Realização Audiovisual na ESMAE. Tudo isto enquanto a música nunca saía do centro. Criar sem propósito, como diz, é o seu calmante. Um rancho no ukulele pode valer mais do que muita terapia.
Canções antes de carreira
A primeira canção surge aos 14 anos, com um refrão ingénuo e uma piada que hoje a própria faz questão de contar. Vieram depois bandas como os 14th Floor, com atuações na Casa da Música e até no metro do Porto, e mais tarde os Morhua, já com palcos de jazz e festivais. A música começou como brincadeira, passou a desabafo e acabou profissão. Um caminho comum, mas nunca banal.
O álbum que abre a porta sem bater
O disco de estreia, “!”, é tudo menos tímido. Livre, direto, confiante. Ali cabem várias Cláudias sem conflito: a pop, a experimental, a popular. Canções como “Quase Dança”, “Espalha Brasas” ou “Viver”, com Samuel Úria, mostram uma artista que sabe exatamente o que quer dizer, mesmo quando parece brincar.
Escrever, compor, assumir
Em 2023 regressa ao Festival da Canção, agora como autora e intérprete de “Nasci Maria”, depois de ter dado voz à canção vencedora em 2018. Em paralelo, prepara o segundo álbum, produzido por David Fonseca, onde escreve e compõe tudo. Aqui está a viragem silenciosa, mas firme. Cláudia Pascoal afirma-se, sem pressa, como uma das cantautoras mais interessantes da sua geração. E ainda agora está a começar.