Agenda de Concertos de Delfins em 2026

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Agenda de Concertos de Delfins em 2025

  • 24 de Abril – Moita
  • 10 de Maio – Alcains
  • 14 de Junho – Estarreja
  • 21 de Junho – Matosinhos
  • 24 de Junho – Santa Cruz
  • 24 de Junho – Santa Cruz
  • 11 de Julho – Valença
  • 19 de Julho – Évora
  • 26 de Julho – Águeda
  • 27 de Julho – Lordelo
  • 27 de Julho – Lordelo
  • 4 de Agosto – Fiães
  • 16 de Agosto – Reguengos de Monsaraz
  • 17 de Agosto – Freixo de Espada à Cintra
  • 30 de Agosto – Lagoa
  • 1 de Dezembro – Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
  • 5 de Dezembro – Convento São Francisco, Coimbra
  • 12 de Dezembro – Forum Braga
  • 27 de Dezembro – Casa da Música, Porto
  • 31 de Dezembro – Guarda

Agenda de Concertos de Delfins em 2024

  • 6 de abril – Meo Arena
  • 18 de maio – Pataias
  • 2 de junho – Oeiras
  • 11 de junho – Vale de Cambra
  • 21 de junho – Ponto Santo
  • 27 de junho – Angra do Heroísmo
  • 29 de junho – Castro Verde
  • 19 de julho – Vila Franca do Campo
  • 26 de julho – Vila do Conde
  • 27 de julho – Oliveira do Hospital
  • 10 de agosto – Horta
  • 25 de agosto – São Jacinto, Aveiro
  • 30 de agosto – São João da Pesqueira
  • 20 de setembro – Moimenta da Beira
  • 3 de outubro – Beja

Um pouco da história de... Delfins

Delfins: uma banda que cresceu connosco

Há bandas que fazem parte da banda sonora do país. Os Delfins são uma delas. Para quem tem mais de 30 anos, é difícil separar certas músicas de momentos da vida — férias de verão, primeiras paixões, viagens de carro com a rádio alta. You know what? Não é nostalgia barata. É memória bem construída.

Uma garagem, Cascais e muita vontade

Tudo começa em 1981, numa garagem em Cascais. Fernando Cunha, João Carlos e Silvestre ensaiam com mais atitude do que meios, embalados pelo punk e pela new wave. Um ano depois entra Miguel Ângelo, quase por acaso, e tudo encaixa. A voz, as letras em português, o balanço entre rock e música popular. Não havia um plano de negócios, mas havia visão — e isso conta.

O nome, os primeiros hits e os tropeços

Em 1984, com Pedro Ayres Magalhães na produção, nascem oficialmente os Delfins. “Letras” e “O Vento Mudou” passam nas rádios como se fossem feitos para isso. O Festival da Canção, em 1985, corre mal. Último lugar. Mas aqui está a ironia: às vezes perder é o que liberta uma banda para seguir o seu caminho sem ruído externo.

Discos, estrada e identidade

Entre Libertação e U Outro Lado Existe, os Delfins constroem um público fiel. Tocam muito, mudam de formação, ajustam processos — quase como uma empresa criativa a encontrar o seu modelo. Canções como “Bandeira” e “Aquele Inverno” tornam-se hinos de palco. E depois vem Desalinhados, a prata, os grandes palcos, Tina Turner em Alvalade. Nada mau para quem começou com uma caixa de ritmos.

Os anos dourados e a Delfinomania

Os anos 90 são intensos. Ser Maior é ambicioso, conceptual, quase cinematográfico. O Caminho da Felicidade e Saber a Mar disparam vendas e concertos esgotados. Há orquestras, metais, colaborações internacionais. Parece excessivo? Talvez. Mas funcionou. E funcionou muito.

Pausas, regressos e legado

Depois há pausas, projetos paralelos, despedidas anunciadas. Em 2009 dizem adeus. Em 2019 são celebrados. Em 2022 regressam para celebrar 40 anos. Contradição? Nem por isso. Algumas bandas não acabam; ficam em suspensão. Os Delfins são assim. Continuam a ser um ponto de encontro entre gerações. E isso, no fundo, é o maior sucesso possível.

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