Agenda de Concertos de Mizzy Miles em 2026

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Agenda de Concertos de Mizzy Miles em 2025

  • 16 de Março – Évora
  • 25 de Abril – Alvaiázere
  • 4 de Maio – Porto
  • 17 de Maio – Elvas
  • 22 de Maio – Setúbal
  • 23 de Maio – Leiria
  • 24 de Maio – Vialonga
  • 26 de Junho – Angra do Heroísmo
  • 28 de Junho – Lousada
  • 6 de Julho – Albergaria-a-Velha
  • 18 de Julho – Vila Franca do Campo
  • 19 de Julho – Negrais
  • 24 de Julho – Aguiar da Beira
  • 1 de Agosto – Horta
  • 2 de Agosto – Castelo Branco
  • 16 de Agosto – Cabeceiras de Basto
  • 27 de Agosto – Crato
  • 29 de Agosto – Mangualde
  • 5 de Setembro – Faro
  • 12 de Setembro – Viana do Castelo
  • 26 de Setembro – Penela
  • 17 de Outubro – Leiria

Agenda de Concertos de Mizzy Miles em 2024

  • 12 de Abril – Leiria
  • 28 de Abril – Viseu
  • 8 de Maio – Porto
  • 10 de Maio – Almada
  • 12 de Julho – Águeda
  • 17 de Julho – Abóboda
  • 26 de Julho – Cantanhede
  • 3 de Agosto – Mirandela
  • 4 de Agosto – Gavião
  • 10 de Agosto – Zambujeira do Mar
  • 6 de Setembro – Almodôvar
  • 27 de Setembro – Anadia
  • 4 de Outubro – Coimbra

Um pouco da história de... Mizzy Miles

O nome que passou da cabine para o centro do palco

Mizzy Miles é hoje um dos nomes mais sólidos da música urbana portuguesa, mas o percurso não começou nos holofotes. Começou como DJ, a sentir a pista, a ler o público, a perceber tempos e silêncios. Esse treino invisível explica muita coisa. Quando passou para a produção musical, já sabia o que funcionava no corpo antes de funcionar no ouvido.

Produzir é assinar sem aparecer

Foi enquanto produtor que Mizzy Miles começou a ganhar verdadeiro peso no mercado. Em 2019, esteve envolvido na produção de vários temas de Tay, num ano decisivo para o artista e para o próprio Mizzy. Canções como “Pensa Bem” ou “Não Preciso” ajudaram a moldar um som que rapidamente se espalhou de norte a sul. Sete platinas e sete ouros em poucos anos não acontecem por acaso.

Quando o produtor decide falar em nome próprio

Em 2020, Mizzy dá um passo lógico, mas arriscado: começa a lançar temas em nome próprio. Rodeia-se das figuras centrais do hip-hop nacional e alarga o seu campo de ação. Colaborações com Benji Price, Prodigio, Lon3r Johny, 9 Miller, Carla Prata ou Lhast mostram uma assinatura sonora clara. Diferente, mas acessível. Técnica, mas com rua.

Explosão em plena pandemia — e sem plateia

Em 2022 chega “Europa”, o tema que muda tudo. Tripla platina, milhões de visualizações no YouTube, números impressionantes no Spotify. O single junta Deejay Telio, Teto e Gson e confirma Mizzy como mais do que produtor. Aqui está a contradição curiosa: o país inteiro conhece a música, mas os palcos ainda estão a meio gás. Mesmo assim, o impacto sente-se.

O palco como prova final

Quando os concertos regressam em força, em 2021 e 2022, Mizzy Miles mostra que sabe estar à frente. Energia, presença, controlo. As centenas de concertos lotados — em Portugal, ilhas e fora — antecipam um 2023 intenso. Festivais como Sudoeste, Sumol Summer Fest, semanas académicas e, claro, o Rolling Loud, colocam-no ao lado de nomes internacionais. E não fica pequeno.

Hits que se acumulam, identidade que se mantém

“I’m Sorry”, com Ivandro e Piruka, torna-se dupla platina. “Europa” chega a quádrupla platina. “Safe”, “Fim do Nada”, “God Mode”, “Jogador Caro”. A lista cresce e podia cansar, mas não cansa. Porque, apesar do volume, há coerência. Mizzy Miles constrói pontes entre artistas, gera encontros improváveis e cria espaço para todos brilharem.

“Bênção” e o topo sem truques

Em 2024, “Bênção”, com Van Zee e Bispo, chega ao primeiro lugar do Spotify em Portugal durante semanas. Um tema que confirma maturidade e timing. Depois de mais de 200 atuações e um currículo pesado, Mizzy não abranda. Pelo contrário. Junta-se agora a Teto e MC PH, dois pesos pesados do rap e trap brasileiro, na sua primeira colaboração internacional.

Mais do que números, presença

Mizzy Miles é criado entre Lisboa e o Rio de Janeiro, e isso sente-se na música. Há balanço, há cadência, há mundo. Reconhecido pelo talento, pela dedicação e pelo carisma, continua a marcar presença nos maiores palcos nacionais como Rock in Rio, Sudoeste ou Sumol, muitas vezes em formato “Mizzy Miles & Friends”. Aqui está o ponto-chave: não é só sobre sucesso. É sobre construir uma cena. E nisso, Mizzy já deixou marca.