Aljubarrota Medieval 2025
Cartaz

Programa
14 de agosto – Quinta-feira | Dia de D. João I
18:00 – Cortejo de Abertura Oficial da Feira no Pelourinho, com leitura do Edital e do Acórdão do evento (Pelourinho)
18:30 – Cerimónia de homenagem e deposição de coroa de flores nos monumentos evocativos da Padeira de Aljubarrota e de D. Nuno Álvares Pereira (Monumentos evocativos)
19:00 às 19:30 – Batismo equestre de jovens Infanções (Liça do Terreiro da Batalha)
20:30 – Torneio em honra de D. João I, com justas a cavalo e torneio de armas (Liça do Terreiro da Batalha)
23:00 – Espetáculo de fogo, malabarismo e manipulação (Liça do Terreiro da Batalha)
15 de agosto – Sexta-feira | Dia da Padeira de Aljubarrota
11:00 – Leitura do Acórdão do evento (Pelourinho)
17:00 às 18:00 – Batismo equestre de jovens Infanções (Liça do Terreiro da Batalha)
20:30 – Torneio em honra de Martim Aires de Ornelas, com justas a cavalo e torneio de armas (Liça do Terreiro da Batalha)
20:30 – Missa seguida de procissão (Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres)
23:00 – Espetáculo de fogo, malabarismo e manipulação (Liça do Terreiro da Batalha)
16 de agosto – Sábado | Dia de Dom Nuno Álvares Pereira
11:00 – Leitura do Acórdão do evento (Pelourinho)
17:00 às 18:00 – Batismo equestre de jovens Infanções (Liça do Terreiro da Batalha)
20:30 – Torneio em honra de D. Nuno Álvares Pereira, com justas a cavalo e torneio de armas (Liça do Terreiro da Batalha)
23:00 – Espetáculo de fogo, malabarismo e manipulação (Liça do Terreiro da Batalha)
17 de agosto – Domingo | Dia da Batalha de Aljubarrota
09:30 – Torneio de Tiro com Arco histórico (Campo de Batalha)
10:00 – Treino para a Batalha de Aljubarrota (Campo de Batalha)
11:00 – Leitura do Acórdão do evento (Pelourinho)
18:00 – Recriação da Batalha de Aljubarrota (Campo de Batalha)
19:00 – Cortejo da vitória pelas ruas da vila (Ruas da vila)
23:00 – Espetáculo de fogo, malabarismo e manipulação (Liça do Terreiro da Batalha)
Aljubarrota Medieval 2025: onde a História volta a respirar
Quem nunca se imaginou, mesmo que só por um instante, a viver num tempo de reis, cavaleiros e batalhas épicas? Pois bem, de 14 a 17 de agosto, Aljubarrota vai transformar-se num palco vivo da História de Portugal — e não é só para quem adora História. É para todos os que ainda sabem o que é arrepiar-se com uma boa lenda ou emocionar-se com o orgulho de um povo que resistiu.
Um mergulho no passado — sem filtros nem clichés
A recriação medieval de Aljubarrota não é um evento qualquer. É uma viagem ao século XIV, feita com uma dedicação que se sente no detalhe de cada traje, na vibração de cada toque de tambor, no cheiro a lenha e carne assada no ar. Começa logo a 14 de agosto com o cortejo de abertura no Pelourinho, seguindo-se homenagens a figuras que marcaram a nossa identidade: a Padeira de Aljubarrota, claro, e o eterno D. Nuno Álvares Pereira.
E não pense que isto é só espetáculo — é emoção pura. O batismo equestre dos jovens infanções tem um simbolismo tocante, quase como se dissesse: “A tua coragem começa aqui.” À noite, a liça enche-se de gritos e aplausos com as justas a cavalo e os torneios de armas. E quando achamos que já vimos tudo… o fogo. Sempre às 23h00, um espetáculo de malabarismo e pirotecnia que nos devolve a criança que nunca perdemos.
Cada dia, um herói. Cada noite, uma memória
O programa é montado com alma. Quinta é o Dia de D. João I, sexta é dedicada à Padeira — e há missa, procissão e emoção a sério. No sábado, o protagonismo vai para D. Nuno Álvares Pereira, esse estratega genial que tantas vezes esquecemos no dia a dia. Mas o ponto alto? Domingo, 17 de agosto. Desde cedo, o campo de batalha ganha vida com arqueiros, treinos militares, e ao fim da tarde… a recriação da Batalha de Aljubarrota.
Sim, leu bem. A batalha. Aquela que marcou o destino de um país. Ver aquela encenação — com figurantes, cavalos, armas, poeira e paixão — é sentir que, durante alguns minutos, o passado e o presente coexistem. E depois, claro, o cortejo da vitória. Porque nesta vila, a vitória ainda se celebra como deve ser: de cabeça erguida e coração cheio.
Vale a pena? Mais do que isso — é obrigatório
Aljubarrota Medieval não é um festival. É um lembrete. De quem somos, de onde viemos e do que conseguimos fazer quando acreditamos em algo maior do que nós. E mesmo que só vá por curiosidade, prepare-se: vai voltar com orgulho. Porque este evento é Portugal no seu estado mais cru, mais belo, mais… nosso.
Por isso, traga os miúdos, os pais, a avó que ainda fala da batalha como se tivesse lá estado. Traga amigos, ou vá sozinho — vai encontrar gente com o mesmo brilho nos olhos. E não se esqueça: leve a alma pronta para ser surpreendida.





