Feira da Terra 2025 em Mondim de Basto
Cartaz

Programa
7 de agosto – quinta-feira
18:00 – Sessão de Abertura
19:00 – Zés Pereiras de Vilarinho (Animação de rua)
21:30 – Idiotheque (Animação de rua)
22:00 – Grupo S. Bartolomeu de Pedra Vedra (Palco Srª da Graça)
22:30 – Idiotheque (Palco Levadas)
23:00 – Sete Sais (Palco Srª da Graça)
8 de agosto – sexta-feira
19:00 – Zés Pereiras de Atei (Animação de rua)
22:00 – Grupo de Concertinas “Amigos de Mondim” (Palco Srª da Graça)
22:30 – À Torneira (Palco Levadas)
23:00 – Vira Milho (Palco Srª da Graça)
9 de agosto – sábado
19:00 – Zés Pereiras de Vilar de Ferreiros (Animação de rua)
21:30 – Charanga Cabeceiras (Animação de rua)
22:00 – Banda Hit (Palco Srª da Graça)
22:30 – Charanga Cabeceiras (Palco Levadas)
10 de agosto – domingo
Festival de Folclore
21:30 – Associação Cultural e Recreativa de Santa Luzia de Vilar de Viando
22:30 – Rancho Folclórico e Juvenil de Vilar de Ferreiros
23:30 – Rancho Folclórico Amigos do Minho
Feira da Terra 2025 em Mondim de Basto: quatro dias de festa com alma minhota
Há eventos que são o espelho da identidade de um lugar — e a Feira da Terra em Mondim de Basto é exatamente isso. Mais do que música e animação, é um ponto de encontro de tradições, sabores, sons e histórias. De 7 a 10 de agosto, as ruas ganham outra cor, outro cheiro, outro pulsar. E não se trata só de nostalgia… trata-se de manter viva uma cultura que, felizmente, não se deixa esquecer.
Começa-se com pé direito: da abertura ao primeiro bailarico
A quinta-feira arranca às 18:00 com a Sessão de Abertura, e a partir daí é sempre a subir. Zés Pereiras de Vilarinho dão o tom com a força das peles e bombos — aquele som que ecoa no peito, não só nos ouvidos. À noite, o coletivo Idiotheque espalha animação pela rua e pelos palcos, com a energia certa para dar corda à festa. Pelo Palco Sr.ª da Graça, passa o Grupo S. Bartolomeu de Pedra Vedra e, mais tarde, os Sete Sais — nome que já cheira a mar, mas soa a tradição reinventada.
Sexta: concertinas, viras e música que puxa pelos pés
À sexta-feira, são os Zés Pereiras de Atei que abrem a folia, mas quem rouba corações são os “Amigos de Mondim” — um grupo de concertinas que toca com alma e faz qualquer um bater o pé, mesmo sem dar por isso. À mesma hora, À Torneira faz das Levadas palco para uma mistura bem temperada de sons. E quando chega Vira Milho, já ninguém quer estar parado. Porque o nome diz tudo — vira a cabeça, o corpo e, às vezes, até o humor.
Sábado de rua cheia e sons contagiantes
Se há dia em que Mondim está em festa total, é o sábado. Zés Pereiras de Vilar de Ferreiros marcam o compasso, enquanto a Charanga Cabeceiras anima tanto nas ruas como nos palcos. E a noite fecha em beleza com a Banda Hit, que, como o nome indica, vem cheia de canções que toda a gente sabe de cor. Daquelas que se cantam com vontade, mesmo desafinando.
Domingo com o coração nas raízes
Domingo é para o folclore, como manda a tradição. A Associação Cultural de Santa Luzia abre o Festival, seguindo-se o Rancho de Vilar de Ferreiros e os incansáveis Amigos do Minho. Três atuações que mais parecem três abraços — fortes, sentidos, e cheios de saudade boa.
Se puder, vá até Mondim. Não só pela música, nem só pela festa, mas pelo que se sente no ar: um certo orgulho miudinho, difícil de explicar, mas impossível de ignorar.
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