Festival Maré de Agosto 2025 em Vila do Porto
Cartaz

Programa
Quinta-Feira | 20 de Agosto
Palco Terra – Cristovam
Quarta-Feira | 21 de Agosto
Bloco do Caos
Bateu Matou
DJ Souza
Sexta-Feira | 22 de Agosto
Macacos do Chinês
Patrice
DJ Mari Ferrari
Sábado | 23 de Agosto
Bia Caboz
Lyche Lassi
Ibibio Sound Machine
DJ Tecnick
Festival Maré de Agosto 2025 em Vila do Porto: música, mar e energia única
Há algo de especial em ouvir música ao vivo numa ilha. O Festival Maré de Agosto, que regressa a Vila do Porto entre 20 e 23 de agosto de 2025, é a prova disso. Não é apenas um cartaz recheado de artistas nacionais e internacionais. É o cenário — o mar a dois passos, o céu estrelado e aquele espírito açoriano de receber de braços abertos — que torna tudo inesquecível. Quem já foi sabe: a experiência começa no palco, mas prolonga-se na praia, nas conversas e nos reencontros.
Um arranque com alma açoriana
A festa abre logo no dia 20, no Palco Terra, com Cristovam. O cantor e compositor micaelense é daqueles que sabem traduzir em canções a melancolia e a beleza do arquipélago. É quase uma porta de entrada perfeita para quem chega de fora: uma música que soa a casa, mas que ecoa bem mais longe.
Quarta-feira de ritmos quentes
No dia seguinte, 21 de agosto, o público vai ser levado numa verdadeira montanha-russa sonora. Primeiro com o Bloco do Caos, trazendo energia brasileira e aquela mistura irresistível de samba e reggae. Depois, Bateu Matou — um coletivo que faz percussão soar fresca e moderna, capaz de pôr toda a gente a mexer sem pensar duas vezes. E quando a noite cai? DJ Souza segura a pista e garante que ninguém vai embora cedo.
Sexta para dançar até não dar mais
O terceiro dia do festival traz uma combinação curiosa: Macacos do Chinês, conhecidos pela irreverência e boa disposição em palco, seguidos de Patrice, artista germano-sierro-leonês que leva reggae a um nível quase espiritual. Para fechar a noite, DJ Mari Ferrari promete uma viagem eletrónica que vai do comercial ao underground, sem perder o ritmo.
Encerramento com diversidade sonora
No sábado, 23 de agosto, a programação mostra bem a alma do Maré: plural, ousada e cheia de surpresas. Bia Caboz representa a nova geração portuguesa; Lyche Lassi mistura géneros com aquele toque indie que tanto se ouve nas playlists atuais; Ibibio Sound Machine, vinda do Reino Unido, traz afrobeat e eletrónica numa fusão que é puro dinamismo; e, para encerrar, DJ Tecnick dá o último fôlego a uma pista que, nessa altura, já vai estar carregada de histórias e memórias.
Mais do que música: uma experiência
O Festival Maré de Agosto não se explica apenas olhando para o alinhamento. Vive-se. É sobre dançar descalço na areia, sobre sentir o vento do Atlântico durante um concerto e sobre perceber que, por alguns dias, o mundo parece caber numa ilha. E isso, convenhamos, é o tipo de magia que não se encontra em qualquer lado.
