Agenda de Concertos de Sérgio Rossi em 2026

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Agenda de Concertos de Sérgio Rossi em 2025

  • 18 de Janeiro – Miranda do Corvo
  • 26 de Abril – Creixomil
  • 3 de Maio – Aldreu
  • 30 de Maio – Camarate
  • 31 de Maio – Albergaria, São João de Ver
  • 1 de Junho – Cabanas, Palmela
  • 7 de Junho – Freixianda
  • 13 de Junho – São Migel do Mato, Arouca
  • 20 de Junho – Rio de Mouro
  • 21 de Junho – Sobredo, Murça
  • 27 de Junho – Mata Mourisca
  • 28 de Junho – Miomães, Resende
  • 29 de Junho – Almagreira
  • 9 de Julho – Arrentela, Seixal
  • 17 de Julho – Fuseta
  • 18 de Julho – Benfica do Ribatejo
  • 19 de Julho – Escariz
  • 20 de Julho – Cotelo
  • 27 de Julho – Gançaria
  • 3 de Agosto – Fânzeres
  • 10 de Agosto – Priscos
  • 14 de Agosto – Ericeira
  • 16 de Agosto – Vilar Chão
  • 17 de Agosto – Macieira da Lixa
  • 18 de Agosto – Lage, Vila Verde
  • 22 de Agosto – Oliveira do Douro
  • 23 de Agosto – Sousel
  • 25 de Agosto – Sapataria
  • 30 de Agosto – Cernache
  • 14 de Setembro – Alcongosta
  • 20 de Setembro – Souto da Carpalhosa
  • 19 de Outubro – Caniçal
  • 18 de Novembro – Rossio, Lisboa
  • 6 de Dezembro – Trás do Outeiro, Óbidos
  • 31 de Dezembro – Gôve, Baião

Agenda de Concertos de Sérgio Rossi em 2024

  • 21 de Janeiro – Este São Mamede, Braga
  • 3 de Fevereiro – Nespereira, Lousada
  • 12 de Fevereiro – Canas de Senhorim
  • 9 de Março – Vila Flor
  • 23 de Março – Carriço
  • 31 de Março – Silva, Barcelos
  • 12 de Abril – Covas, Lousada
  • 27 de Abril – Outeiro de Baixo
  • 1 de Maio – Covilhã
  • 3 de Maio – Mós, Vila Verde
  • 11 de Maio – Vale de Vargo
  • 17 de Maio – Eiras
  • 25 de Maio – Campo, Valongo
  • 27 de Maio – Gulpilhares
  • 1 de Junho – Águeda
  • 7 de Junho – Ermesinde
  • 14 de Junho – Lumiar
  • 21 de Junho – Pegões
  • 23 de Junho – Mértola
  • 28 de Junho – Serreleis
  • 5 de Julho – Foros de Almada
  • 6 de Julho – Lodares
  • 7 de Julho – Catujal
  • 20 de Julho – São Martinho do Campo
  • 20 de Julho – São Martinho do Campo
  • 21 de Julho – Casal Moinho, Peniche
  • 25 de Julho – Monte da Caparica
  • 26 de Julho – Vialonga
  • 26 de Julho – Granja, Vialonga
  • 27 de Julho – Modelos
  • 28 de Julho – Rio de Loba
  • 29 de Julho – Granho
  • 2 de Agosto – Faro
  • 3 de Agosto – Arrão, Ponte de Sor
  • 5 de Agosto – Atães, Jovim
  • 6 de Agosto – Nadrupe
  • 10 de Agosto – Telhado
  • 11 de Agosto – Souto São Salvador
  • 12 de Agosto – Sorgaçosa
  • 14 de Agosto – Cabril
  • 16 de Agosto – Vila do Gerês
  • 18 de Agosto – Proença-a-Velha
  • 30 de Agosto – Baguim do Monte
  • 1 de Setembro – Moita da Roda
  • 6 de Setembro – Faial
  • 17 de Setembro – Azueira, Livramento
  • 28 de Setembro – Urrô

Um pouco da história de... Sérgio Rossi

Sérgio Rossi: quando a música vem de casa

Sérgio Rossi nasceu em Lisboa, na Maternidade Alfredo da Costa, a 6 de agosto, sob o signo de Leão — detalhe que muitos fãs gostam de sublinhar. Filho de Celeste Sousa e Armindo de Sousa, ambos ligados ao fado, cresceu rodeado de vozes, guitarras e silêncios cheios de emoção. Ainda criança, adormecia em casas de fado enquanto os pais cantavam. E como se isso não bastasse, tinha como tia e madrinha Ágata, uma das figuras mais populares da música portuguesa dos anos 80.

Com tantas influências, o “bichinho” apareceu cedo. Aos nove anos já tocava guitarra e arriscava as primeiras melodias. Pouco depois, os palcos começaram a fazer parte da rotina, passando por festivais infantis e até teatro. Não era brincadeira; era treino de vida.

Formação, bares e o peso da estrada

Aos 13 anos, Sérgio entrou no Instituto Musical Matono, onde aprofundou técnica, leitura musical e domínio da guitarra. Foi ali que começou a estruturar aquilo que mais tarde se tornaria o seu estilo. Já aos 17, cantava em bares de Lisboa com as chamadas bandas de garagem. Era escola dura, mas eficaz. Quem passa por ali aprende depressa.

Nessa fase, absorveu influências do blues — Gary Moore, B.B. King — misturadas com referências mais latinas e românticas como Michael Bolton e Luis Miguel. Essa mistura, meio improvável, acabou por definir o caminho que escolheu. Um cantor romântico e latino, como ele próprio gosta de dizer.

O primeiro disco e a entrada nos tops

Aos 21 anos surge o convite de uma editora para gravar. Um ano depois, nasce o álbum “Será Sempre Assim”. O impacto foi imediato. Aos 23 anos, Sérgio Rossi entrava nos tops nacionais e começava a percorrer o país — e o mundo — a cantar em português.

O tema “Coração Partido” tornou-se uma espécie de cartão de visita. Cantava-se em festas, em rádios, em comunidades portuguesas espalhadas pelo globo. E sim, partiu alguns corações pelo caminho. Faz parte do ofício.

Maturidade, duetos e afirmação

O segundo disco, “Voz da Paixão”, chegou quando Sérgio tinha 25 anos e trouxe mais maturidade. Pelo meio, escreveu “Um Sonho de Natal”, dueto com Ágata que marcou o Natal de 2001. Foi um desses momentos em que carreira e vida pessoal se cruzam de forma natural.

Dois anos e meio depois surge “Tudo na Vida”. Aqui, Sérgio afirma-se não só como intérprete, mas também como autor e compositor. Temas como “Eu Dava Tudo na Vida Pra Te Ter Aqui” ou “Solea, Solea” ganharam nova dimensão junto do público, assim como o dueto em espanhol “No Me Ames”. O sucesso foi maior, mais consistente, mais sólido.

Palco, produção e verdade

As digressões levaram-no a mais de 16 países, com passagens por Cabo Verde, Reino Unido e Estados Unidos, sempre junto das comunidades portuguesas. Em paralelo, Sérgio começou a trabalhar como produtor musical, acrescentando outra camada à sua carreira. Produzir, como ele diz, é quase como trazer uma nova vida ao mundo.

Mesmo num período difícil para a indústria musical, Sérgio Rossi manteve uma linha clara: escrever e cantar com verdade. “Canto o que me vai na alma”, repete. Talvez seja essa simplicidade — rara e difícil — que faz com que o seu nome continue a ganhar espaço na história da música portuguesa.</ <p