Agenda de Concertos de Emanuel em 2026

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Agenda de Concertos de Emanuel em 2025

  • 25 de janeiro – Ansião
  • 4 de abril – Castro Verde
  • 2 de maio – Serzedelo
  • 10 de maio – Mire de Tibães
  • 29 de maio – Alcochete
  • 30 de maio – Quinta do Conde
  • 1 de junho – Miranda do Corvo
  • 27 de junho – Godigana
  • 30 de junho – Macedo de Cavaleiros
  • 8 de julho – Odivelas
  • 10 de julho – Praia do Pedrógão
  • 24 de julho – Mira
  • 25 de julho – São Brás de Alportel
  • 27 de julho – Setúbal
  • 31 de julho – Pinhal
  • 5 de agosto – Redondo
  • 6 de agosto – Caxinas
  • 6 de agosto – Vila do Conde
  • 9 de agosto – Melgaço
  • 11 de agosto – Caldas da Rainha
  • 13 de agosto – Malveira da Serra
  • 14 de agosto – Freixo de Espada à Cintra
  • 15 de agosto – Santa Comba Dão
  • 28 de agosto – Lajes do Pico
  • 29 de agosto – Manta Rota
  • 5 de setembro – Linda-a-Velha
  • 6 de setembro – Estremoz
  • 5 de outubro – Alvaiázere
  • 25 de outubro – Mértola
  • 31 de dezembro – Sintra

Agenda de Concertos de Emanuel em 2024

  • 3 de fevereiro – Aveiro
  • 16 de fevereiro – Celorico da Beira
  • 11 de maio – Alenquer
  • 1 de junho – Lisboa
  • 7 de junho – Monsanto, Lisboa
  • 22 de junho – Lousã
  • 23 de junho – Vila do Conde
  • 6 de julho – Trofa
  • 15 de julho – Samouco
  • 19 de julho – Lajes das Flores
  • 23 de julho – Porto Alto
  • 24 de julho – Monsul
  • 25 de julho – Porto Salvo
  • 26 de julho – Romariz
  • 27 de julho – Alcácer do Sal
  • 29 de julho – Arrouquelas
  • 2 de agosto – Sobrosa
  • 3 de agosto – Ribeira de Pena
  • 5 de agosto – Ferrel
  • 10 de agosto – Guardarela de Basto
  • 13 de agosto – Trancoso
  • 22 de agosto – Baião
  • 22 de agosto – Baião
  • 23 de agosto – Póvoa de Atalaia
  • 26 de agosto – Gafanha da Nazaré
  • 1 de setembro – Pontével
  • 6 de setembro – Albufeira

Um pouco da história de... Emanuel

Emanuel: muito mais do que um nome, um fenómeno popular

Há nomes que dispensam apresentações, e Emanuel é claramente um deles. Nascido Américo Pinto da Silva Monteiro, em Sabrosa, no coração do Douro, a 25 de março de 1957, cedo ficou claro que a música não seria apenas um hobby, mas um caminho inteiro. E não um caminho fácil, diga-se. Aqui está alguém que construiu carreira, estilo e até um rótulo musical que entrou no nosso vocabulário coletivo. Quantos artistas podem dizer o mesmo?

Os primeiros acordes e uma base sólida

A ligação de Emanuel à música começa em 1973, numa escola especializada em guitarra clássica. Durante seis anos mergulha — sem pressas — na formação clássica, ganhando disciplina e ouvido apurado. Mais tarde, assume a música como profissão exclusiva: ensina, dirige pequenas orquestras, toca em bares, grava um disco instrumental. Pode parecer um percurso discreto, mas foi aí que se construiu a base. Let me explain: antes do fenómeno, houve muito trabalho invisível.

Esse talento cedo chama a atenção e Emanuel começa a ser requisitado como compositor e orquestrador para grandes nomes da música ligeira portuguesa dos anos 80. O caso mais emblemático surge em 1988, quando produz o álbum “Joana”, de Marco Paulo, que atinge a impressionante marca de quadrupla platina. Nada mau para quem ainda não estava à frente do palco.

O nascimento do intérprete… e do termo “pimba”

Em 1992, Emanuel decide assumir-se como intérprete e lança o primeiro disco. A relação com o público é imediata, quase instintiva. Em 1994 chega a primeira platina com “Rapaziada vamos dançar” e, no ano seguinte, acontece o impensável: “Pimba, Pimba” torna-se um fenómeno nacional, vendendo mais de 500 mil cópias em apenas seis meses.

Here’s the thing: não foi só um êxito musical. Foi um terramoto cultural. O mercado muda, surgem novos artistas, programas de televisão, revistas. Os media baptizam o estilo de “música pimba” e Emanuel entra para o Dicionário da Língua Portuguesa. Sim, leu bem. Poucos artistas chegam tão longe.

Popular, romântico e reconhecido

Os anos seguintes consolidam o estatuto. Em 1997 é eleito “Rei da Música Popular” e “Artista Mais Popular”. Em 1998 surpreende com o lado romântico no álbum “Felicidade (quando o telefone toca)”, acumulando mais platinas. Nesse mesmo ano recebe, no Castelo de Ourém, o título simbólico de “D. Emanuel I, Rei da Música Popular Portuguesa”, numa cerimónia que mistura tradição, espetáculo e afeto popular.

As homenagens continuam: Embaixador da Música Portuguesa em Nova Iorque, concerto histórico no Tivoli, coliseus cheios, DVDs ao vivo. E, como se não bastasse, Emanuel mostra versatilidade também na televisão, como comentador e apresentador, e na ficção, produzindo bandas sonoras de novelas que marcaram uma geração.

Reinvenção, kuduro e novas gerações

Quando parecia já ter feito tudo, Emanuel volta a surpreender. Em 2010 lança “O Ritmo do Amor (Kuduro)”, misturando raízes portuguesas, África e eletrónica. O resultado? Um sucesso global, milhões de visualizações no YouTube e uma nova geração rendida. Honestly, poucos artistas conseguem atravessar décadas sem perder público — e ainda ganhar outros.

Entre festivais, prémios, Eurovisão, colaborações internacionais e, mais recentemente, o “Domingão” da SIC, Emanuel mantém-se presente. Sempre próximo das pessoas. Sempre com música. Porque, no fundo, é isso que o público reconhece: alguém que nunca se afastou do povo… mesmo quando chegou muito longe.